Crónica de Fátima encantada com o sol derramado num pedaço de mar

d2009-05-01 Madeira 072

O tempo ajuda e as tarefas são muitas.

No arranque, a vontade, agiganta-se, para, é claro, despertar e empurrar os que, menos atentos ou mais preguiçosos, não percebem que o tempo não se ganha em teorias.

A trabalhar se ganha a vida e, agora, as regas são essenciais ao feijão, este ano, bem fraquinho! Não fosse aquela aflição do estomago que atrapalha e não deixa comer a jeito, já a água tinha descido lombada-abaixo vinda do cabeceiro.

Sim, porque se não há quem organize, então, manda quem precisa!

Avelino assiste, comenta e sentença…manhâmhã missa, água, carro, Mérerre, a Mãe nâãpó pica a-senci o carro a Faunxa,..a Iita avem!…

Enfim, uma panóplia de preocupações que, só se entende verdadeiramente, quando se alia ao dever de estar presente, a necessidade da utilidade, o benefício da gratidão e a aprendizagem com o que vemos, damos e colhemos.

Afinal, neste cantinho, por mais ocupado que se seja, sempre sobrará espaço para serenar, olhar o dourado pôr-do-sol ou o prateado do luar derramados no pedaço de mar.

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Uma resposta a Crónica de Fátima encantada com o sol derramado num pedaço de mar

  1. Lita diz:

    Mesmo lindooooooooo…
    bj

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