Aí os meus queridos vasos!

024 025 028 032 033 029O temporal que varreu a Madeira também deixou marcas na nossa casa.

Desta vez, ao contrário das casas dos nossos vizinhos, as telhas não voaram mas as bananeiras caíram no chão, as papaeiras perderam as folhas grandes, as favas grandes ficaram amarradas à erva e até a latada da pimpinoleira da casa da avó desfez-se com a fúria do vento.

A água voltou a entrar no telhado e a cair no quarto da escada, a porta do lagar ficou sem fechadura, os tubos da latada da entrada partiram pela soldadura e os vasos da mãe caíram todos com os fetos grandes amarrotados uns nos outros.

A mãe ao passar olhou para os seus cuidados vasos e não se conteve: “Aí os meus queridos vasos!”

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Uma resposta a Aí os meus queridos vasos!

  1. maria c. garces diz:

    Tanto trabalho e despesas extras! todos os dias ha surpresas na nossa casa!

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