FESTA DA PRIMEIRA OITAVA (parte III)

<Depois da Missa, o tão esperado momento de convívio. O Sr. Bispo e Sr. Padre deram início ao petisco.

Avelino, comeu e bem… Victor não lhe ficou atrás e Manuel não deixou a fama por mãos alheias.

<Lizete, Celina e Teresa, que, depois da Missa, foram a casa vestir uma roupinha mais quentinha à mãe, chegaram um pouco atrasadas, mas ainda tiveram direito a uns quantos pedacinhos de carne.

Ao som da Banda de música, o povo da Lombada, dançou até fartar. Avelino, sempre arredado destas coisas, fez o gosto ao pé e não hesitou em puxar Lizete para o meio da dança… atrevido o rapaz.

A certa altura, a cantoria ao despique, o jogo do anel e o jogo da manhã, uma espécie de jogo da cabra cega. Para quem já se esqueceu, aqui fica a descrição do jogo: escolhe-se alguém para cabra cega; os seus olhos são vendados com o lenço e, em seguida, esse jogador estende a mão para trás das costas e alguém dá uma palmada; depois, o jogador vendado tem que descobrir quem foi o atrevido e, se adivinhar, trocam de lugar.

<

Claro que, para aconchegar a barriguinha, uma sopa de trigo (ou seria de cevada?) bem temperada e quentinha veio mesmo a calhar, por volta das 21 horas. D. Aninhas comeu a sopa e virou-se para as filhas dizendo que o melhor era ir para a caminha.

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