Estação de camionagem, Tia Maria, memória 2

<A velhinha estação de camionagem de São Vicente, onde paravam os “horários” para transbordo de passageiros com destino ao Funchal, também tem memórias da tia Maria, no tempo em que a ribeira era dona e senhora de todo aquele espaço.

Pouco tempo depois de regressar à Madeira, a tia Maria, a caminho do Funchal, ouviu um passageiro francês aflito a pedir por gestos ao motorista para poder fotografar as plantas que cresciam amarradas à rocha em frente.

A tia, toda dinâmica, tomou logo conta da situação. Mandou logo o estrangeiro atravessar a ribeira e fotografar. Depois explicou ao motorista a situação, com toda a gente espantada sem saber que “garalhada” era aquela linguagem.

Claro que o motorista, depois da tia mandar, deu logo todo o tempo que fosse preciso para tirar as fotografias, pediu até para o passageiro não ir a correr e disse logo à tia: “Se era isso porque é que ele não disse logo”!

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