Enfermeiras desorientadinhas

Um dos problemas que diariamente enfrentamos tem a ver com o necessário apoio do serviço de enfermagem, prometido para acompanhar a mãe, depois da passagem pelo serviço de urgência, tanto em São Vicente, como no Funchal.

Por que a situação da mãe era de extrema gravidade e o diagnóstico do TAC de muito difícil leitura devido às lesões anteriores, no regresso da mãe a casa, já no final do dia, voltamos às urgências em São Vicente para recolher orientação sobre as práticas recomendadas nesta situação.

Pudemos confirmar que o Centro de Ponta Delgada já tinha todas as indicações para acompanhar o caso. Só que as enfermeiras não apareceram e, quando foram contactadas, revelaram que não tinham nenhuma informação, tinham outras prioridades e não tinham carro.

No entanto, passado pouco tempo apareceram para mudar o penso mas, muito aflitas com a falta de tempo, porque tinham perguntado em três casas na Lombada e ninguém conhecia a nossa… (!!??)

Por fazer ficou o ajustamento da ligadura apertada por debaixo dos braços da mãe. Foi necessário Lizete, ir, pessoalmente, hoje de manhã ao Centro lembrar o pedido, ontem renovado pelas urgências em São Vicente. Claro que a enfermeira lamentou logo que estava só. No entanto, apareceu, mas deixou logo a indicação de que só poderia voltar na próxima segunda-feira…

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