A nossa floresta

Quando se regressa a casa, depois de uma pequena ou grande temporada fora, a primeira nota de boas-vindas, é-nos oferecida pela nossa pequena floresta de flores e árvores que enfeitam, durante todo o ano, a nossa entrada.

De um lado há uma roseira que até o pai acarinhava como sendo a “roseira da Senhora”, que dá flores todo o ano e é tão antiga como a casa.

Do outro lado há uma laranjeira, enquadrada nos fetos gigantes e nas flores mais ou menos exóticas que cada um ali foi plantando.

Por cima surgiu um maracujaleiro que já viveu melhores tempos, tal é a concorrência de flores e arbustos a disputar aquele pedaço de terra.

Ao fundo, à sombra da anoneira, ficam os sempre verdejantes fetos de metro, o orgulho e a canseira da mãe e uma sebe de tremoceiros, que a mãe não quer nem muito altos, nem muito baixos…

Todos os dias, o chão recebe as flores e as folhas que caiem. A mãe, sempre apressada, começa a varrer, larga a vassoura e… espera que Avelino acabe a tarefa.

                     

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