Os dramas da mãe

Nem sempre é fácil ajudar a mãe, sobretudo nos momentos em que ela decide que tem de fazer tudo, até cuidar de Avelino ao fim do dia.

Nesses dias, a agitação começa bem cedo com as dúvidas sobre os medicamentos, o café entornado, a lenha que não começa a arder, mas acaba por esquecer-se da panela no lume para poder visitar as galinhas.

Nos intervalos da azáfama aparecem as recordações das dificuldades vividas e, se houver alguém por perto, a história parece que não ter fim.

O pior destes dias é a rejeição de toda e qualquer colaboração que poderia representar um alívio para tanta canseira.

No entanto, se recuarmos alguns dias, normalmente verificamos que nem todo os medicamentos foram tomados na dose ou horas certas; foram alterados rotinas; houve sobreposição de visitas ou passeios a mais.

Ajudar a mãe é também pensar no tempo depois da nossa presença e garantir as condições para o equilíbrio nesses dias.

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