A “TRAÇADEIRA”

A antiga traçadeira grande ainda mete algum respeito apesar do abandono a que foi votada.

As teias de aranha envolvem agora os dentes pontiagudos fazendo esquecer o nosso tormento quando o pai decidia que era altura de serrar a lenha.

A dificuldade era sincronizar os movimentos de modo a só puxar quando o pai já não estava a fazer força. Depois, era aguentar, aguentar o ritmo para não levar o rótulo de fracote.

Bem, mas isto era com o pai a mandar! Só entre nós aquilo era uma festa, uma espécie de jogo para ver quem aguentava mais.

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