A MARTA FOI À AR.CO

Passeando em "La Latina"

Marta, em jeito de pré-comemoração do seu aniversário (ou apenas porque calhou!) fez uma visita cultural à Feira ARCO de Madrid, no passado fim de semana, de 18 a 20 de fevereiro.

Marta costuma comprar o Público ou Expresso ao fim-de-semana. Mas, num dos fins de semana, olhou para o Diário de Notícias e lembrou-se que, aqui há tempos, Manuel lhe tinha dito que era um dos melhores jornais (não sabemos se isto é verdade ou não… pois ela já vai fazer 50 anos e já começa a confundir a realidade com a imaginação…). Por isso, comprou o DN e, entretida a folheá-lo, viu publicitado uma viagem organizada pelo Centro de Arte Contemporânea Graça Morais (Bragança) à ARCO de Madrid.

Marta, que não conhecia Madrid, decidida como sempre, resolver contactar a organização e, como não era “casal”, teve sorte de conseguir o único lugar disponível (“A singularidade só traz vantagens”, como Marta costuma dizer).

No dia 18, ainda em solo português, foram ao Teatro Nacional S. João (cujo preço é metade para funcionários da Faculdade de Medicina), assistir à peça de teatro “SOMBRAS: a nossa tristeza é uma imensa alegria” um espetáculo da responsabilidade de Ricardo Pais – este homem é um geniozinho – com música de Mário Laginha e outros, algum fado com letras de Pedro Homem de Melo (lindo!… poético.), textos de Almeida Garrett, Alexandre O’Neil, Fernando Pessoa e outros; e dança coreografada por Paulo Ribeiro (há teatro que vale a pena ver!).

Dia 19 partiram de Bragança, às 7h30, para entrar na Feira ARCO (este ano, celebrou 30 anos com participação de 190 galerias, 12 portuguesas), às 14, e sair, às 19h, rumo ao hotel onde, à boa maneira espanhola, fomos mal tratados, o que não teve importância nenhuma pois a companhia do jantar foi muito agradável.

No dia 20, de manhã, visitámos o Museu de arte contemporânea Reina Sofia (Picasso, Dali, Miró, …) e, à tarde, o Museu do Prado que acolhe a pintura, escultura desde o ano 1 100 até à primeira década do século XX (Goya, Velásquez, Bosch, Rubens, Brueghel etc…). No intervalo do almoço, entre um museu e outro foi conhecer dois amigos do Gil que a levaram a conhecer uma rua muito característica, “La Latina” e a tomar o pequeno-almoço (almoço…) típico: tapas, pois claro!

Às 17h00, de volta ao Porto, via Bragança, com chegada à 1h do dia 21.

Pelo preço de uma ida e volta a Lisboa, Marta variou (que é uma coisa que eu gosto muito e que vocês vão aproveitar para emendar para…. “avariou”) e temperou alguns dissabores do dia a dia. Aprender, aprender sempre para afugentar o Sr. Alzheimer!

Nós, que não fomos à Feira AR.CO, podemo-nos contentar com uma visita virtual>> ARCO

 

Marta, em jeito de pré-comemoração do seu aniversário (ou apenas porque calhou!) fez uma visita cultural à Feira ARCO de Madrid,  no passado fim de semana, de 18 a 20 de fevereiro.

Marta costuma comprar o Público ou Expresso ao fim-de-semana. Mas, num dos fins de semana, olhou para o Diário de Notícias e lembrou-se que, aqui há tempos, Manuel lhe tinha dito que era um dos melhores jornais (não sabemos se isto é verdade ou não… pois ela já vai fazer 50 anos e já começa a confundir a realidade com a imaginação…). Comprou o DN e, entretida a folheá-lo, viu publicitado uma viagem organizada pelo Centro de Arte Contemporânea Graça Morais (Bragança) à ARCO de Madrid.

Marta, que não conhecia Madrid, decidida como sempre, resolver contactar a organização e, como não era “casal”, teve sorte de conseguir o único lugar disponível (“A singularidade só traz vantagens”, como Marta costuma dizer).

lá me conseguiram encaixar.

No dia 18, ainda em solo português, foram ao Teatro Nacional S. João (cujo preço é metade para funcionários da Faculdade de Medicina),   assistir à peça de teatro “SOMBRAS: a nossa tristeza é uma imensa alegria” um espetáculo da responsabilidade de Ricardo Pais – este homem é um geniozinho – com música de Mário Laginha e outros, algum fado com letras de Pedro Homem de Melo (lindo!… poético.), textos de Almeida Garrett, Alexandre O’Neil, Fernando Pessoa e outros; e dança coreografada por Paulo Ribeiro (há teatro que vale a pena ver!).

Dia 19 partiram de Bragança, às 7h30, para entrar na Feira ARCO (este ano, celebrou 30 anos com participação de 190 galerias, 12 portuguesas), às 14, e sair, às 19h, rumo ao hotel onde, à boa maneira espanhola, fomos mal tratados, o que não teve importância nenhuma pois a companhia do jantar foi muito agradável.

No dia 20,  de manhã, visitámos o Museu de arte contemporânea Reina Sofia (Picasso, Dali, Miró, …) e, à tarde, o Museu do Prado que acolhe a pintura, escultura desde o ano 1 100 até à primeira década do século XX (Goya, Velásquez, Bosch, Rubens, Brueghel etc…). No intervalo do almoço, entre um museu e outro foi conhecer dois amigos do Gil que a levaram a conhecer uma rua muito característica, “La Latina” e a tomar o pequeno-almoço (almoço…) típico: tapas, pois claro!

Às 17h00, de volta ao Porto, via Bragança,  com chegada à 1h do dia 21.

Pelo preço de uma ida e volta a Lisboa, Marta variou (que é uma coisa que eu gosto muito e que vocês vão aproveitar para emendar para…. “avariou”) e temperou alguns dissabores do dia a dia. Aprender, aprender sempre para afugentar o Sr. Alzheimer!

Nós, que não fomos à Feira ARCO, podemo-nos contentar com uma visita virtual>> ARCO

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