DAS BIFANAS AOS CROMELEQUES

As bifanas, os figos e 40 graus

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Ilda e Heliodoro dedicaram o final da sua visita a uma investigação, por sinal bem suadinha, a aspectos tão importantes como sejam os cromeleques, o património histórico de Évora e as bifanas dos nossos dias. O menir e os cromeleques, pela sua imponência, pelo seu significado misterioso dominaram as bilhardices de tarde e as bifanas, pelo esmero da sua confecção, as conversas da mana Ilda.

O pessoal a sonhar junto ao menir

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Ao contrário do Sr. Professor que passou o dia a confundir menir com massa folhada e pretendia um cromeleque bem passadinho à sombra de um chaparro, Ilda deu duas voltinhas bem dadas à volta do menir e, com medo de todos os antepassados, chamou Heliodoro para evitar a ira dos deuses.

No cromeleque dos Almendres já se notou mais respeitinho. Ninguém contou os 92 menires mas todos sentiram a magia do local com mais de 8 mil anos.

Victor parecia uma lapa agarrada ao calhau. Altino ficou entalado entre dois pedregulhos para sentir a magia das pedras. As meninas deambularam por entre os penedos gigantes para semear as bilhardices históricas.

A Diana, as flores e os ossos a derreter

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Em Évora tudo foi mais romântico. Ilda e Heliodoro, aqui na versão de fotógrafo oficial das filhas, ainda espreitou o templo de Diana mas teve de dar atenção ao sexo de uma estátua modernaça.

Depois, pelas ruas estreitas da parte antiga da cidade de Évora que pareciam irradiadores de calor, fomos de Igreja em Igreja bater, sem querer, à Capela dos Ossos, dos que já lá estão, naturalmente.

Depois de tão simpática visão, Ilda mal viu um jardim florido parou logo para descansar posando para a fotografia.

No regresso, já com o ar condicionado do carro do Victor a funcionar em pleno, Marta ainda fez beicinho porque não a queríamos levar ao castelo de Montemor… Injustiças!

Felizmente que depois de tantos trabalhos Altino, mesmo à distância foi combinando com Ariete o jantar: um manjar para saborear e recordar.

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