A FAMÍLIA DÁ QUE FALAR

narta-094Os mais novos continuam a tradição da família: com esforço, dedicação e persistência lutam pelos seus objectivos, lutam no dia-a-dia pela transformação dos seus sonhos em realidade.

Apesar das muitas dificuldades e dos desafios com que o mundo actual os confronta, eles não desistem. É assim mesmo! É pelo sonho que tendes de ir conscientes de que o vosso sucesso pessoal e profissional só se consegue com trabalho, esforço, dedicação, seriedade, criatividade e, acima de tudo, humildade: «Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra.» (Mt 5, 5)

De facto, em Inglaterra, em Portugal e na África do Sul, os mais novos crescem, amadurecem e continuam uma história que, pelos vistos (e até onde pode ir o nosso conhecimento) começou em Machico e na Lombada, e na Freineda, e na Lourinhã, e em Lisboa, e em Viseu, … : cidadãos do mundo para o mundo.

Os vossos avós trabalharam duro a terra; explorados, com muitas horas de fome e de lágrimas, explorados mas nunca vergados pelos “senhores”, sempre mantiveram a dignidade e a honra, sempre lutaram pela justiça…. por isso, sede vós agora, continuadores dos valores da família.

Sabemos todos que a vida é difícil, cada vez mais difícil e imprevisívil, mas como o tio Janes escreveu aqui no blogue: «o êxito depende do nosso esforço e do nosso apoio (…) na nossa família, os momentos mais significativos das nossas vidas, contaram sempre com aquele “barulhinho” lá de casa…»

A vida adquire sentido e será caminho de felicidade se for fundada nas raízes que somos nós, os vossos pais e avós; a vossa história que, como todas, é feita de momentos bons e maus, momentos tristes e felizes, é a nossa história: continuem-na… pois ela só terá sentido convosco – TODOS.

Por isso FORÇA Altino, André, Aneline, Bruno, Dina, Diogo, Gil, Gui, Joana; FORÇA Lucy, Luís, Marlene, Melissa, Michael; FORÇA Nakita, Sara, Sérgio, Sónia, Steven, Vasco… FORÇA! CORAGEM!

Desta vez o motivo de satisfação é o trabalho desenvolvido pelo Sérgio e pela Lúcia. Amanhã será o de outros. O Blogue aqui estará para dar voz, publicitar, incentivar e valorizar os vossos feitos.

Estes “velhotes” que para aqui escrevem, vão fazê-lo até conseguirem ter forças para “martelar” as teclas. Depois… este espaço continua nosso/VOSSO… uma forma actual de dar consistência, valor e união à família e às famílias que, entretanto, forem constituindo. Mas a raíz é esta que, a pouco e pouco  vai sendo traduzida pelos vossos mais velhos.

Aqui vai a notícia publicada no sítio da Ordem dos Arquitectos, Secção Regional Sul.

Os arquitectos Ana Lúcia da Cruz e Sérgio Garcês Marques venceram o 2º Prémio do Concurso Dubai 2A  Magazine International Competition 2009, na categoria B – Pequena-escala (micro-ethnic localities – small scale interventions), ex-aequo com os norte-americanos Lisa Sauvé e Adam Smith.

O concurso destinou-se a estudantes e jovens arquitectos e somou 550 participantes de 90 universidades de todo o mundo, incluindo 10 portuguesas. Tinha como objectivo “desenvolver novas perspectivas e propostas no Dubai, com enfoque na oportunidade de resolver alguns aspectos emergentes devido ao desenvolvimento crescente da cidade”, lê-se numa nota enviada pelos arquitectos portugueses.

De acordo com os autores do projecto premiado “o Dubai é um lugar urbano com uma imagem arquitectónica enraizada onde impera o ruído visual de cada novo edifício. A escolha da área de intervenção recaiu no Dubai Creek, um lugar com história que funciona como porto e mercado da cidade e que importava infraestruturar e qualificar”.

A proposta foi no sentido de “no caos urbano da massa construída  existente propomos um edifício que encontra a génese numa forma pura – o cubo – que se concentra e se expressa como um momento de silêncio e vazio no turbilhão quotidiano da cidade”.

O projecto prevê “um edifício que surge como um ponto de referência à escala da cidade, destacando-se dos demais edifícios pré-existentes que oscilam entre mega-estruturas exuberantes de modernidade e edifícios a pequena escala. Surgiu assim o conceito e o mote que funcionou como motor gerador de toda a proposta que se estendeu ao espaço público de uma grande praça e ainda a alguns braços sobre o rio, para apoio aos barcos caracteristicos do Dubai e, consequentemente, de apoio ao mercado que passará a funciona na área qualificada da praça”.

Em suma, “um centro multi-etnias que acolhe cada novo visitante como um velho amigo, dando lugar à criatividade e ao diálogo multicultural”.

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