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Não podia ser diferente a festa do André! Muita alegria, gente bonita, rapaziada fina, tios, tias e pais rendidos ao ar simpático e doce do André que agora passou a Senhor André.

Foi tudo de encantar. Na mesa um requintado toque de Verão, a elegante toalha vermelha, pratos variados até ao franguinho cortadinho, saladas de todas as qualidades e, muitos, muitos doces e bolos deixaram todos surpreendidos e a perguntar quem fez tanta iguaria.

Novidade na festa foi o elegante vestido da Mariana, tipo saquinho, amarrado com uma cordinha escondida mas, a marcar a diferença com uma a assinatura a vermelho na bainha.

A Lúcia optou por tons nacionais, decorada com um requintado colar, tipo cordão de rebuçados.

O André escondeu a marca do pólo no pescoço enquanto o maninho exibia uma caveira como se fosse uma linda flor de estufa.

A Lita estreou um relógio a condizer com a camisola e os pais do André optaram por encontrar na mesma peça de tecido a inspiração para os fatos.

Nota negativa apenas para três cavalheiros, mais crescidos, que, nos tempos que correm, foram apanhados a fumar na varanda, de castigo, claro!

 

A Fátima já nasceu espertinha e, talvez, por muito refilar, nunca foi lá muito gordinha.

Aprendeu com facilidade a mexer-se e, desde pequenina, soube transformar em vantagem o que, à partida, parecia ser uma desvantagem.

Descobriu, desde muito jovem, o grande segredo da amizade e soube tirar daí vantagens para si e para os outros.

Na família, foi a percursora dos estudantes com mentalidade de trabalhadores.

Bem, mas tudo isto foi no passado. Hoje há uma nova geração que não quis deixar de prestar o seu testemunho nesta desta memorável e festiva:

GUI, Sr. Guilherme:

A Fátima é fixe! Só não sabe lá muito bem jogar à bola e não dá gomas…

VAS, Sr. VASCO:

A Fátima is verry arrumadinha…

NAK, Sra. Nakita:

A fátima is VIP -”very important person” of simpatia…

SAR. Sra. Sara:

A Fátima é porreira mas não percebe é muito de penteados…

JOA, Sra. Joana:

A Fátima é fogo, manda como a mãe. Felizmente, manda menos vezes…

BRU, Sr. Bruno:

A Fátima dava um bom árbitro, se treinasse muito…

DIG, Sr. Diogo:

A Fátima é uma óptima jurista. Consegue elaborar pareceres sem ser formada em leis…

AND, Sr. André:

A Fátima é uma óptima gestora da indústria caseira. Falta é muitas vezes às explicações do mestre na matéria lá de casa…

SER, Sr. Sérgio:

A Fátima é bué fixe, apesar das ensaboadelas…

A cena passa-se numa quinta de Arruda, muito “in”, entre várias pessoas da mesma família já muito alargada de irmãos e irmãs, cunhados e cunhadas, filhos e filhas, primos e primas,… todos preguiçando ao sol, entre várias idas à mesa para beber o seu “refresco” e comer a sua entremeada acompanhada de semilhas, salada e “baginha” cozida em água e sal.

No meio deste bulício, quatro das irmãs, deslocam-se para uma zona mais recatada, tiram os “abafos” (desnecessários perante o sol ardente daquele domingo), trocam as t-shirts de alta “calidad” e “prantam-se” no meio do caminho principal da quinta.

Gerou-se logo grande agitação, pois o que começou por ser um leve murmúrio transformou-se rapidamente em grande burburinho (e, nesta altura, a gasolina ainda estava a preços razoáveis…):

Porque foram ali para o meio do caminho? Que conversas provocariam tais risos? Seria do vinho da quinta? Aquilo é coisa de “bizalhas” ou então já estão meias “contentes“…

Enfim, interrogações e mais interrogações… aquela indignada e “abaratada” gente não estava a “atremar” aquilo…

A certa altura, D. Paco, Marquês de Carabás e donatário por usocapião da Quinta das Antas, “amachorrado” (com modos de macho) resolveu dar resposta a tais inquietações da plebe:

- Cá para mim, aqui em cima deste tractor Shibaura S330, apesar de algum complexo de culpa por nada fazer, o que aquelas distintas madames querem, é fugir ao trabalho que, naquele momento, estava a ser solicitado.

Nota: Qualquer semelhança com a realidade é pura fantasia dos leitores.

Chuva benfazeja que tem alimentado o verde e o “florido”.

É certo que, para muitos, esta chuva, principalmente quando acompanhada de granizo, traz prejuízo. Mas para o nosso jardim/horta, é uma bênção do céu:

  • os lírios e as ervilhas de cheiro estão bonitas;
  • aquela árvore à entrada, que a Celina dizia estar “acabada”, tem as suas folhas a brotar com toda a força;
  • aquelas semilhas semeadas fora do tempo estão a nascer viçosas;
  • as couves da Arruda, originariamente da Chamusca, estão pegadas e bem seguras (assim está melhor?);
  • a batata doce oferecida pelo Manuel já está maior;
  • o milho está todo nascido;
  • as abóboras, peninos e melões estão bonitos;
  • etc, etc,…

O convívio, como é apanágio da família, faz-se “à volta do prato”, repleto de conversas sobre a Lombada e sobre o ecoturismo desejável para este belo lugar da Freguesia de Ponta Delgada.

Depois do repasto, o merecido descanso…

Nota negativa para a Lúcia e para a Joana: não gostam de favas!

A nossa microhorta lá vai continuando a sua caminhada natural graças ao esforço de todos mas, principalmente, da Celina, do Sérgio e da Lúcia. Hoje, estive a cavar e a limpar as ervas da horta. Apesar de cansativo é um “trabalho” que relaxa.
As favas, os espinafres e os pepinos estão de “vento em popa”.
As sementes (cenoura, cebola e couve-flor) compradas pelo Sérgio na semana passada foram hoje para a terra e, além disso, plantámos também umas batatas… eu sei que já não é a altura disso, mas… apeteceu-nos…
O jardim está cada vez mais bonito (pelo menos para nós…)

A Joana celebra o seu aniversário no dia 2.

PARABÉNS… a Joana é boa companheira…

Dia 3 – Liliana
Dia 11 – António
Dia 17 – Dulce
Dia 30 – Marlene

(Basta clicar na fotografia para a ver na dimensão correcta)

Aqui estão a ovelhinha do pai, a Boneca da Teresa e Manuel, o Paco do Manuel e da Dulce (qual soneca…), a Ginja e o Tata de Celina, do Victor e do Sérgio e o Quentin em Hanburgo, Março de 2008, à espera que o Gil desse o pão que estava a comer.

Pois é!… Falta o Eddie, o animal de estimação de Liliana, Fernando, Sara e Bruno. Fica para a próxima.

Com grande esforço lá se conseguiram algumas favas, alfaces, espinafres, etc… Agora esperamos as visitas para os degustarmos.