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A rama da batata doce tem direito a rega a preceito. A água deve correr lentamente no rego e cada futuro pé de batata deve ser pisado para que a terra se ajuste bem à rama. Era assim antigamente e a mãe não quer saber de novas modas.
Para nós, enquanto crianças, esta não era das piores coisas do campo. Nos dias de Verão a aguinha fresca nos pés descalços até sabia bem. O mau da fita era o levadeiro que, em cima das paredes, olhava para o trabalho com ar de quem também mandava ali. Claro que com um copinho tudo podia andar mais calmo…
A mãe do Carlos Faustino, Maria de Paiva, despediu-se da terra onde viveu, numa amena tarde de sol e com uma brisa suave a deslizar nas pedras rudes e firmes da aldeia de Cujó, concelho de Castro Daire.
Os familiares, vizinhos e amigos encheram a igreja e, com cânticos e orações, amenizaram a dor de quem chora sempre uma partida para sempre.
Soubemos hoje que a mãe do Carlos Faustino faleceu. Manifestando a nossa solidariedade ao Carlos, rezamos para que a sua mãe siga em paz, segura na mão de Deus! A sua missão foi cumprida e a sua memória perdurará no coração dos que a amam.
A nossa instalação eléctrica, velhinha, já passou por muitas
aventuras, já pregou alguns sustos. Que o diga Altino nos seus tempos
de menino sempre pronto para mais uma ligação…
Curioso é o facto de o pai, antes… muitos anos antes da electricidade ter aparecido na Lombada, ter instalado os tubos nas paredes. Para nós
era um espanto, para os vizinhos parecia uma loucura.
Mas os simpáticos mestres Inácio e Duarte é que não foram em histórias
interessantes. Pura e simplesmente refizeram a baixada da rua,
colocaram o contador no exterior e instalaram um novo quadro central e
outro de apoio, no lagar, com circuitos todos separados, com ligação à
terra, como mandam as novas regras. Tudo ficou certinho apesar das
dores de cabeça para partir paredes ou descobrir por onde passam
tantos fios.
Veja só como anda a nossa casa de banho, a primeira construída na Lombada, vão já mais de cinquenta anos… O mestre Eliodoro teve ajudante à altura do buraco. O problema foram os azulejos colados com massa para durar séculos. Agora haverá novo estilo com design da Teresa e da Fátima e a paciência de mestre Eliodoro.
A Dona Aninhas também resolveu mudar de estilo. Está na moda! Aqui em versão romântica nos jardins da casa de Teresa com as necessárias almofadas. Não se assustem! O livro é de receitas… mas antes estava a “devorar” um livrinho técnico de Altino: um curso prático de televisão a cores! Digam lá quanto vale uma mãezinha assim?
- 2Amagazine [AE]
- 2A Competition Press Release and announcement of results [AE]
- in[pack] [PT]
- Ordem dos Arquitectos, Secção Regional Sul [PT]
- Construir (website) e Artigo na Revista Construir [PT]
- DARCO Magazine [PT]
- SublimeFuga [PT]
- Bustler [US]
- Akichiatlas [JP]
Os mais novos continuam a tradição da família: com esforço, dedicação e persistência lutam pelos seus objectivos, lutam no dia-a-dia pela transformação dos seus sonhos em realidade.
Apesar das muitas dificuldades e dos desafios com que o mundo actual os confronta, eles não desistem. É assim mesmo! É pelo sonho que tendes de ir conscientes de que o vosso sucesso pessoal e profissional só se consegue com trabalho, esforço, dedicação, seriedade, criatividade e, acima de tudo, humildade: «Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra.» (Mt 5, 5)
De facto, em Inglaterra, em Portugal e na África do Sul, os mais novos crescem, amadurecem e continuam uma história que, pelos vistos (e até onde pode ir o nosso conhecimento) começou em Machico e na Lombada, e na Freineda, e na Lourinhã, e em Lisboa, e em Viseu, … : cidadãos do mundo para o mundo.
Os vossos avós trabalharam duro a terra; explorados, com muitas horas de fome e de lágrimas, explorados mas nunca vergados pelos “senhores”, sempre mantiveram a dignidade e a honra, sempre lutaram pela justiça…. por isso, sede vós agora, continuadores dos valores da família.
Sabemos todos que a vida é difícil, cada vez mais difícil e imprevisívil, mas como o tio Janes escreveu aqui no blogue: «o êxito depende do nosso esforço e do nosso apoio (…) na nossa família, os momentos mais significativos das nossas vidas, contaram sempre com aquele “barulhinho” lá de casa…»
A vida adquire sentido e será caminho de felicidade se for fundada nas raízes que somos nós, os vossos pais e avós; a vossa história que, como todas, é feita de momentos bons e maus, momentos tristes e felizes, é a nossa história: continuem-na… pois ela só terá sentido convosco – TODOS.
Por isso FORÇA Altino, André, Aneline, Bruno, Dina, Diogo, Gil, Gui, Joana; FORÇA Lucy, Luís, Marlene, Melissa, Michael; FORÇA Nakita, Sara, Sérgio, Sónia, Steven, Vasco… FORÇA! CORAGEM!
Desta vez o motivo de satisfação é o trabalho desenvolvido pelo Sérgio e pela Lúcia. Amanhã será o de outros. O Blogue aqui estará para dar voz, publicitar, incentivar e valorizar os vossos feitos.
Estes “velhotes” que para aqui escrevem, vão fazê-lo até conseguirem ter forças para “martelar” as teclas. Depois… este espaço continua nosso/VOSSO… uma forma actual de dar consistência, valor e união à família e às famílias que, entretanto, forem constituindo. Mas a raíz é esta que, a pouco e pouco vai sendo traduzida pelos vossos mais velhos.
Aqui vai a notícia publicada no sítio da Ordem dos Arquitectos, Secção Regional Sul.
Os arquitectos Ana Lúcia da Cruz e Sérgio Garcês Marques venceram o 2º Prémio do Concurso Dubai 2A Magazine International Competition 2009, na categoria B – Pequena-escala (micro-ethnic localities – small scale interventions), ex-aequo com os norte-americanos Lisa Sauvé e Adam Smith.
O concurso destinou-se a estudantes e jovens arquitectos e somou 550 participantes de 90 universidades de todo o mundo, incluindo 10 portuguesas. Tinha como objectivo “desenvolver novas perspectivas e propostas no Dubai, com enfoque na oportunidade de resolver alguns aspectos emergentes devido ao desenvolvimento crescente da cidade”, lê-se numa nota enviada pelos arquitectos portugueses.
De acordo com os autores do projecto premiado “o Dubai é um lugar urbano com uma imagem arquitectónica enraizada onde impera o ruído visual de cada novo edifício. A escolha da área de intervenção recaiu no Dubai Creek, um lugar com história que funciona como porto e mercado da cidade e que importava infraestruturar e qualificar”.
A proposta foi no sentido de “no caos urbano da massa construída existente propomos um edifício que encontra a génese numa forma pura – o cubo – que se concentra e se expressa como um momento de silêncio e vazio no turbilhão quotidiano da cidade”.
O projecto prevê “um edifício que surge como um ponto de referência à escala da cidade, destacando-se dos demais edifícios pré-existentes que oscilam entre mega-estruturas exuberantes de modernidade e edifícios a pequena escala. Surgiu assim o conceito e o mote que funcionou como motor gerador de toda a proposta que se estendeu ao espaço público de uma grande praça e ainda a alguns braços sobre o rio, para apoio aos barcos caracteristicos do Dubai e, consequentemente, de apoio ao mercado que passará a funciona na área qualificada da praça”.
Em suma, “um centro multi-etnias que acolhe cada novo visitante como um velho amigo, dando lugar à criatividade e ao diálogo multicultural”.
Mais em:
- 2Amagazine [AE]
- 2A Competition Press Release and announcement of results [AE]
- in[pack] [PT]
- Ordem dos Arquitectos, Secção Regional Sul [PT]
- Construir (website) e Artigo na Revista Construir [PT]
- DARCO Magazine [PT]
- SublimeFuga [PT]
- Bustler [US]
- Akichiatlas [JP]
Através desta mostra de fotografias mostramos a evolução do jardim e da horta.
- Custou mas ficaram bonitas
- Hortênsias
- As bocas de peixe
- Uma branca
- Bonitas
- Outra coroa de henrique
- O jardim
- A horta (espinafre)
- A horta (cebola)
- A horta (chá)
- A Coroa de Henrique
“An exceptional event for exceptional times”
A exibição on-line do filme HOME está disponível no YouTube apenas até ao fim do dia de hoje, 14 de Junho.
Não percam esta oportunidade de o ver. HOME é um documentário realizado pelo fotógrafo e jornalista francês Yann Arthus-Bertrand, produzido por Luc Besson e Denis Carot. É um filme que nos convida a um outro olhar sobre o planeta terra, a reflectir sobre a nossa relação com o ambiente e as diferentes formas de vida na Terra.
A NÃO PERDER:
- Site oficial do HOME Project
- Filme no YouTube (em português) – até 14 de Junho






























![Sérgio Garcês Marques & Ana Lúcia da Cruz 01 – in[pack] architects](http://escolaprof.files.wordpress.com/2008/02/blog-logo-2.jpg?w=139&h=42)
