A mãe plantou um baraço no terreno atrás da casa.

Regou, aproveitando o fim da levada e o resto das águas que ali chegavam.

A abóbora nasceu como todas as outras mas com um sinal diferente: nunca parava de crescer.

Cresceu da latada até ao chão para espanto e alegria de todos.

Cresceu tanto que ainda hoje a abóbora merece referência no nosso imaginário como a maior abóbora que a mãe criou lá em casa.