You are currently browsing the monthly archive for Maio 2008.

Anda muita gente entusiasmada, fascinada até, com as hortas da família. Para que nada falte nessa reflexão aqui fica o resultado de uma verdadeira horta: um almoço de campo, tradição lá da nossa casinha.
Não há carne, peixe, pratos, facas, garfos, etc… só produtos da horta, boquinhas e mãozinhas lavadas na levada.
Perante o cenário, parece-me ainda ouvir a expressão: Oh ladrão!… É só rolar!…
Nota para os mais delicadinhos de estômago: depois do almoço era conveniente esfregar o cotovelo na barriguinha várias vezes.

A Marta enviou-nos estas preciosidades (há mais na página 9):

  • A tia e o Gil quais buzicos da mesma idade na brincadeira…;
  • O cachorrinho do pai (alguém se lembra?…);
  • Aqueles que mais parecem um casal de namorados.

Chuva benfazeja que tem alimentado o verde e o “florido”.

É certo que, para muitos, esta chuva, principalmente quando acompanhada de granizo, traz prejuízo. Mas para o nosso jardim/horta, é uma bênção do céu:

  • os lírios e as ervilhas de cheiro estão bonitas;
  • aquela árvore à entrada, que a Celina dizia estar “acabada”, tem as suas folhas a brotar com toda a força;
  • aquelas semilhas semeadas fora do tempo estão a nascer viçosas;
  • as couves da Arruda, originariamente da Chamusca, estão pegadas e bem seguras (assim está melhor?);
  • a batata doce oferecida pelo Manuel já está maior;
  • o milho está todo nascido;
  • as abóboras, peninos e melões estão bonitos;
  • etc, etc,…

A crise da sociedade instalou-se no mundo e está a manifestar-se com doenças sociais graves. Começou com a degradação moral e agora vê-se a degradação social e económica… e corremos o risco de uma rebelião.

A ganância e ambição de uns desrespeitando outros geram desigualdades tremendas, pobreza e miséria, fome e morte. Os sintomas da crise social têm-se vindo a manifestar por ondas: crise da agricultura, crise da construção civil, crise do petróleo, crise alimentar… são cada vez mais os sintomas.

A escalada de preços dos combustíveis e dos alimentos é uma questão muito preocupante.

Porque não procuramos as causas dos problemas e as soluções para eles?

O grande perigo é transformarmos o dinheiro em “senhor”. Acontece que o homem substitui, no seu coração, o único Deus verdadeiro por outros deuses, começando a amá-los com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças. Esses ‘deuses’ podem transformar-se em ídolos: o dinheiro, o sexo, o desporto, o partido político, a bebida, a dança, a cultura… Todas estas coisas são boas. Tornam-se perigosas quando se transformam em “ídolos”, isto é, quando nos fazem perder o juízo, quando nos conduzem a praticar loucuras, quando absorvem todos os pensamentos e todos os interesses.

Jesus no Evangelho adverte-nos para a tensão entre as necessidades próprias da natureza temporal e terrena e a vocação última e transcendente. Jesus ensina as pessoas a buscarem o essencial.

As necessidades temporais expressas nos bens, no necessário para alimentar a vida e para vestir o corpo, podem desviar as pessoas daquilo que realmente conta: o Reino de Deus e a sua Justiça.

É natural que o homem lute pela vida, que se ocupe no trabalho. Jesus não elogia a passividade e o fatalismo, para Ele não há lugar para a irresponsabilidade, para a atitude ‘ao deus dará’. O que Ele nos propõe é uma atitude de procura, de empenho.

Ele ensina-nos que o mais importante para nós, não é o critério da nossa utilidade, do nosso prazer, da nossa segurança. Confundimos facilmente o necessário com o dispensável.

  • Em vez do veículo para conduzir… olhamos mais para a sua marca,
  • A roupa… não a vemos tanto em função da sua finalidade, mas pelo prestígio da sua marca ou moda;
  • O artigo… é mais admirado pela força da sua apresentação ou embalagem; …

Esta desordem na procura dos bens tem os seus efeitos funestos: o desrespeito por si e pelos outros, a utilização da mentira, o nascimento de rivalidades e injustiças. Somos chamados a ser administradores fiéis.

Temos necessidade de rever e reorientar os nossos critérios e comportamentos.

Jesus Cristo é o Caminho, Ele é a nossa sabedoria e força. Segue-O.

(in FAROL)

Não é todos os dias que se apanha a mãe em flagrante condução de uma motorizada.
Reparem só no estilo do perfeito ajustamento à inclinação do condutor… e no estilo das curvas e a segurar no volante!…

É só para fazer inveja a muito menino e menina que não sabe cozer uma semilhinha com casca… quanto muito andar de motorizada aos 80 e tal anos…

Mas atenção!… Tudo isto é feito com muito juizinho…

Agora que estamos tão perto do EURO 2008, lembro-me dos grandes jogos SOLTEIROS X CASADOS da família que, embora sem periodicidade certa, se realizam por alturas do Verão.

Eis as glórias de duas grandes equipas de futebol da Lombada… no Polidesportivo que serve as três Lombadas.

A mãe plantou um baraço no terreno atrás da casa.

Regou, aproveitando o fim da levada e o resto das águas que ali chegavam.

A abóbora nasceu como todas as outras mas com um sinal diferente: nunca parava de crescer.

Cresceu da latada até ao chão para espanto e alegria de todos.

Cresceu tanto que ainda hoje a abóbora merece referência no nosso imaginário como a maior abóbora que a mãe criou lá em casa.

No passado Domingo, dia 18 de Maio, enquanto no Continente alguns irmãos se juntaram para comer as favas da horta da Celina, a Teresa, a mãe e Avelino foram ao Caniço ver o Cortejo da Cebola.

O cortejo percorreu, a partir das 16 horas, as principais artérias do centro da freguesia do Caniço, tendo registado a presença de 300 figurantes, entre crianças e menos jovens.

Avelino gostou muito de ver o cortejo, fartou-se de rir e de bater palmas… Imaginam Avelino a rir?! É bom saber…


A Teresa, grande devota de Nossa Senhora, participou na tradicional procissão das velas realizada, no passado dia 12 de Maio, entre a igreja paroquial de Nossa Senhora de Fátima e a Escola Salesiana. Houve recitação do terço e cânticos apropriados ao longo do percurso, celebrando-se no final uma Missa campal. Estas cerimónias foram presididas por D. António Carrilho, bispo da Diocese.

A casa da tia Maria “esteve” na procissão devidamente engalanada. Obrigado Teresa por não te teres esquecido da casa da tia.

No dia 10 de Maio, houve uma Celebração Ecuménica no Jardim Municipal do Funchal, integrada na “Festa dos Povos” – “Run4unity08″. Esta celebração envolveu as Igrejas Católica, Luterana Alemã, Pesbiteriana e Anglicana, tendo sido organizada pelo Secretariado Diocesano das Migrações e Turismo.
O evento foi integrado nas “Comemorações dos 500 Anos da Cidade do Funchal-Uma porta aberta para o mundo” e foi testemunhado pela Teresa que nos enviou a fotografia